Entre o azul do céu e do mar

17 de abril de 2017

 
Navego no mar da vida entre o azul do céu e do mar.
Navego sem qualquer pressa de chegar.
Vejo ao longe a terra, vejo ao perto o mar.
Gosto de como as ondas me balançam num ritmo quase de embalar.
Estou à deriva, mas confio no rumo dos ventos e nas forças mar.
Não procuro um porto seguro, procuro a beleza de navegar.
 
Perguntam-me porque não seguro o leme e tento chegar a bom porto.
Respondo que prefiro descobrir onde o destino me fará ancorar.
 
Embarcar na descoberta não é estar perdido,
é permitir que a vida te mostre tantos outros lugares
que também são o teu lugar. 
 
 
*

15 comentários:

  1. Até eu me senti embalada pelas ondas e pelas palavras...
    Uma boa semana.
    Beijos.

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    1. Obrigada, Graça!
      Uma semana feliz, beijinhos.

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  2. Um poema sublime e fresco!! Amei

    Beijinhos e uma excelente semana

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    1. Muito obrigada!
      Beijinhos e uma óptima semana.

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  3. Fantástico Rita! Um belo momento de poesia...

    Um beijo!

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  4. Olá Rita.
    Fiquei encantado com o teu blogue, que não conhecia.
    Este texto, por exemplo, é sublime.
    Parabéns pelo talento que as tuas palavras revelam.
    Beijo.

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    1. Olá Jaime, bem-vindo!
      Muito obrigada por estas simpáticas palavras e pela sua presença.
      Um beijinho

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  5. Muito bela postagem.
    Há que apreciar os pequenos pormenores do caminho e ser feliz com deles; e confiar sempre!

    Beijinhos

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    1. Obrigada!
      É isso mesmo, podemos não estar onde queremos chegar, mas devemos aproveitar a viagem e não suspender a nossa felicidade...que pode estar também em tantos outros lugares.
      Sem dúvida, confiar sempre!
      Beijinhos

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  6. ADorei este poema... simples, mas intenso.. adorei!
    Beijinhos,
    http://chicana.blogs.sapo.pt/

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    1. Obrigada, Ana! É como eu gosto da vida: simples, mas intensa ;)
      Beijinhos

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  7. Olá Rita.

    Concordo quando dizes: " permitir que a vida te mostre tantos outros lugares
    que também são o teu lugar".

    Acredito piamente na generosidade da vida em nos possibilitar tantas e tantas outras coisas, outras aventuras, outros lugares "incomuns", mas tão comuns à existência de todos nós. Somos cidadãos do mundo e merecedores de uma vida plena.

    Gostei muito do seu espaço.
    Parabéns.
    Bjs.
    Vitalina.

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  8. Gosto tanto do teu texto... quanto da conclusão no final...
    E gosto imenso da tua escrita... clara, directa e assertiva!...
    Beijinhos
    Ana

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